Violino de Carlos Joseph Ribeiro 2010 – Violin By Carlos Joseph Ribeiro 2010

junho 24th, 2010 by Atelier de Violino

MARAVILHOSO VIOLINO

Réplica
Guarnieri Del Gesù
Il Cannone
Do Lendário Niccòlo Paganini

Perfeito em todos os aspectos
Ácero, Pinho, Ébano
Madeiras Top de Linha
Acessórios de Jacarandá Riscado
Cordas Thomastik Infeld Red, mí de Ouro
Completamente ajustado!
A preocupação ao construir este instrumento foi focada em conseguir a melhor qualidade de som.
Graves encorpadíssimo!
Agúdos cantam muito docemente com
volume de som impressionante.
Uma obra genial, instrumento novo com voz, volume e timbres de instrumentos antigos!
Um dos melhores instrumentos do “Atelier De Violino”

GREAT VIOLIN

Copy of Guarnieri del Gesù
Il Cannone
From Legendary Niccolo Paganini

Perfect in all aspects
Maple, pine, Ebony
Timber Top Line
Accessories Rosewood Strike
Strings Thomastik Infeld Red, Gold mí
Completely set!
The concern when constructing this instrument has been focused on achieving the best sound quality.
Sing very sweetly with impressive volume.
A work of genius, a new instrument with voice, volume and timbre of ancient instruments!


Violino De Carlos Joseph Ribeiro – Violin By Carlos Joseph Ribeiro

junho 20th, 2010 by Atelier de Violino

Espetacular Violino De Carlos Joseph Ribeiro

Cópia de Antonio Stradivari

São Paulo – Brasil

2005

*****

Spectacular Violin By Carlos Joseph Ribeiro

Copy of Antonio Stradivari

Sao Paulo – Brazil

2005

*****

Violino Francês cerca de 1900 – French Violin circa 1900

junho 20th, 2010 by Atelier de Violino

 

Violino Francês cerca de 1900

French Violin circa 1900

Violino atribuído a Emilie L’Humbert – Violin attributed to L’Emilie Humbert

junho 20th, 2010 by Atelier de Violino

Violino atribuído a Emilie L’Humbert

Paris – França – 1923

Violin attributed to L’Emilie Humbert

Paris – França – 1923

Violino Italiano Antigo – Old Italian Violin

junho 18th, 2010 by Atelier de Violino

 

Violino Italiano Antigo

Ex-Flausino Vale

 

Wonderful Old Italian Violin

****

Vídeo

Anderson Santoro

Concerto Realizado dia 27/06/2010

OCAM

Regente Gil Jardim

http://www.youtube.com/watch?v=eCtIUpAocQY


Viola By Wellington Fernando Barbosa

junho 10th, 2010 by Atelier de Violino

Viola Wellington Fernando Barbosa

Nome de batismo: Kyssia

Número 15

Data da etiqueta

16-11-2000

Tamanho 42,7 cm.

—-***—

Assista ao Vídeo

Viola de Wellington Fernando Barbosa

 

 

Matéria publicada sobre Wellington Fernando Barbosa

 

A arte de traduzir os sons

06 de junho de 2009

 

O talento do luthiê paraibano Wellington Fernando transforma arte em música; instrumento feito por ele foi usado, inclusive, na abertura do Pan do Rio

 

 

Quando Wellington Fernando Barbosa foi convidado para fazer um curso de Lutheria, a arte de fabricar instrumentos musicais, ele sequer tinha visto um violino na vida. Mas aos 20 anos, quando recebeu o convite da Fundação Nacional de Artes (Funarte) para ir estudar no Rio de Janeiro, já era um mestre da marcenaria. Tudo aconteceu por acaso, no ano de 1978. Mas a vocação já havia despertado aos sete anos quando ele, paraibano de Araruna, fabricava carrinhos para vender na feira da cidade. Como matéria prima usava as antigas caixas de sabão, de madeira, que ele recolhia nas bodegas.

Em todo o Brasil hoje são pouco mais de cem profissionais mestres na arte da Lutheria, com mais de dois mil anos de tradição. E o paraibano Wellington, também responsável pela manutenção dos instrumentos do Departamento de Música da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) há 25 anos, é um deles. O nome vem da palavra francesa, “lut”, que os italianos chamam de “lutai”. Com um trabalho reconhecido em todo o território nacional e países como Espanha, Colômbia, Estados Unidos e França, o luthiê paraibano dedica de oito a quinze horas por dia para fabricar instrumentos que podem custar entre R$ 6 e R$ 25 mil.

Gosta de trabalhar especialmente à noite, ouvindo sempre uma boa música. Normalmente leva de 20 a 30 dias para terminar uma encomenda. Um processo artesanal, que requer íntima relação entre produtor e produto, em uma profissão que se confunde com a arte. Os raros violinos Stradivarius, para se ter uma idéia, podem custar até R$ 3 milhões. O preço costuma ser definido pela qualidade do som e beleza do instrumento.

Convite da Funarte no Rio

e primeiro contato com o violino

Aos 13 anos Wellington Fernando já morava com a família em João Pessoa e sua produção de carrinhos era agora comercializada na esquina do tradicional Paraíba Palace Hotel, no Centro da cidade. Ele e o amigo que o acompanharia futuramente no aprendizado no Rio de Janeiro, Pedro de Lima, eram aprendizes em uma marcenaria. Wellingtom lembra que lhe foi oferecido um salário inicial de 10 mil cruzeiros por semana apenas para lixar madeiras e fazer pequenos serviços. Na segunda semana já estava começando a fabricar móveis e teve o salário dobrado. Em pouco tempo já superava o conhecimento de seu empregador.

Algum tempo depois um conhecido da família, que era taxista, foi encarregado de receber um importante luthiê brasileiro e representante da Funarte, Guido Pascoli. Ele estava na Paraíba em busca de jovens talentosos, filhos de operários, interessados em participar de um projeto aprendiz. Uma parceria do Governo do Estado, na pessoa do então governador Tarcísio Burity, com o governo federal. A coincidência é que esse conhecido, seu Moraes, morava na rua de Wellington e sugeriu os nomes para Guido.

Surpreso com o convite Wellington foi apresentado pela primeira vez a um violino através de foto, pelo professor Guido Pascoli. Entre aprovação dos nomes e a viagem para o Rio, quase um ano de espera. Os dois amigos já chegaram com o curso em andamento, mas logo superaram os colegas e em menos de dois meses já estavam adiantados. No caso de Wellington ao final do ano já era monitor da turma de 12 alunos. Durante os 4 anos de curso eles costumavam passar as férias na cidade, e sempre traziam uma novidade. No primeiro ano Wellington trouxe um violino que levou para mostrar ao governador Burity.

Normalmente inquieto, quando mergulha no seu trabalho Wellington é de uma paciência e dedicação fora do comum. Ele costuma chamar seu ateliê de laboratório, visto que na confecção de violas, violinos, violoncelos e contrabaixos, utiliza-se de conhecimentos de Física, Química e Matemática. Um trabalho de precisão que ele compara à fabricação de relógios. “Isso aqui é tudo para mim”, diz orgulhoso. De tão apaixonado pelo que faz costuma manter contato com os músicos que compram seus instrumentos. Carinhosamente ele liga de tempos em tempos para saber como vai o instrumento.

saiba mais

Em 2007 viu pela televisão um dos seus trabalhos na orquestra que participava da cerimônia de abertura dos Jogos Pan-americanos, realizados no Rio de Janeiro. “Eu faço um instrumento pensando no músico e nas pessoas que vão ouvir a sua música. O artista diz, eu quero um som assim, cheio, aveludado, e a partir daí eu vou sentir, observar suas mãos”, explica Wellington Fernando. Os instrumentos são feitos sob medida e o luthiê é um verdadeiro artesão.

Da época que retornou à Paraíba, já com a definição da profissão que iria lhe acompanhar por toda a vida, ele lembra com saudade. Mais uma vez por determinação do governador Burity eles foram encaminhados para a Escola de Música que ficava na Rua das Trincheiras, enquanto aguardavam a finalização da construção do Espaço Cultural José Lins do Rego, em 1982, local onde Wellington e Pedro iriam criar e implantar a Escola de Lutheria da Paraíba. Seriam responsáveis agora pela confecção e manutenção dos instrumentos das orquestras mantidas pelo Estado.

No início contaram com a colaboração da Funarte, com a doação das caras madeiras importadas, utilizadas para confeccionar os instrumentos; e também com um antigo professor da escola carioca, Luís Bellini, que na época já morava nos Estados Unidos e prontamente atendeu um pedido de Wellington na doação de ferramentas. Ele retribuía então um presente de seu aluno que enquanto aprendiz havia confeccionado uma série de plainas de madeira, algo inovador, e lhe presenteara. Demonstração do talento que serve para confirmar uma Paraíba rica em pessoas que fazem a diferença.

 

Lilla Ferreira

Repórter

 

Concerto O.C.A.M.

junho 3rd, 2010 by Atelier de Violino

  

Concertos 

OCAM 

L. V. Beethoven
Abertura Coriolano, em Dó menor, Op. 62 

Felix Mendelssohn
Concerto para Violino e Cordas,  em Ré menor 

Anderson Santoro, Violinista Solista

 

Iniciou seus estudos em uma igreja cristã. Posteriormente passou a ter aulas no Centro de Estudos Musicais Tom Jobim (CEM), durante seis anos, com a professora Maria Vishinia. Participou de master class com Elisa Fukuda, Betina Estegmman, Alejandro Drago, Evgênia Popova, e Lindon Taylor (spalla da Orquestra Sinfônica da Nova Zelândia). Teve participação no festival de Poços de Caldas e Prados onde se apresentou como primeiro violino na Orquestra dos dois festivais, participando também de aulas de música de câmara, nas quais integrou um quarteto e um trio de cordas como primeiro violino, interpretando obras de compositores importantes como Handel, Mozart, Beethoven e Schubert. Integrou a Orquestra Sinfônica Jovem de Guarulhos em 2003 e a Orquestra Sinfônica de Santo André em 2006. Atualmente, além de estudar com a professora Eliane Tokeshi e cursar a Faculdade Mozarteum, faz parte da Orquestra de Câmara da Usp, na qual atua como Spalla, e ainda integra a Orquestra Sinfônica de São José dos Campos, na qual foi primeiro colocado no concurso em 2007 e spalla em 2008.

W. A. Mozart
Sinfonia N. 40, em Sol menor, KV 550  

gil-jardim

Gil Jardim, Regente

Regente: Gil Jardim 

Realizou sua graduação no Departamento de Música da ECA-USP, tendo tido aulas com Olivier Toni, Gilberto Mendes, Willy Correa de Oliveira e Jean Noel Shagard, entre outros. Tornou-se docente dessa mesma escola no final de 1984. Atualmente é Professor Livre Docente e, entre 2006 e 2009, foi o Chefe do Departamento de Musica. 

Desenvolve uma carreira profissional versátil e arrojada, unindo a performance como maestro, a docência, a pesquisa e ainda escrevendo música para seus projetos especiais. Tem se destacado por marcantes atuações em concertos com diversas orquestras sinfônicas nacionais e internacionais. 

Em 2005, lançou o livro “O Estilo Antropofágico de Heitor Villa-Lobos”, em edição promovida pela Philarmonia Brasileira/VIVO; gravou e lançou o CD “Villa-Lobos em Paris” que em 2006 foi contemplado com o “Diapason d’Or” e o “Prime de Cultura da Revista Bravo”. Ainda em 2006 realizou palestras na Universidade de Roma “Tor Vergata” e no Instituto Ítalo-Latino Americano de Roma, Itália, sobre a música de Heitor Villa-Lobos. 

Durante os oito anos como diretor da OCAM-USP, implantou um conceito de trabalho renovador, colocando-a em evidência no cenário musical brasileiro, com uma média de 30 récitas anuais, com solistas consagrados, nacionais e internacionais. 

No Brasil já regeu muitas das grandes orquestras do país, como a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, a Orquestra de Câmara da OSESP, a OER, a Orquestra Sinfônica Petrobrás, A Orquestra Sinfônica do Teatro Claudio Santoro (Brasília), etc. No exterior, o maestro já dirigiu orquestras como a Brooklyn Academy of Music Symphony Orchestra, de Nova York; a Royal Philharmonic Concert Orchestra, de Londres; a Camerata Mexicana; a Orquestra Regionalle del Lazio i Roma e a Orquestra de Camara Mayo, de Bueno Aires. 

Escreveu e dirigiu música para diversas produções junto ao Balé do Teatro Castro Alves (Bahia), e o Ballet da Cidade de São Paulo I e II. 

Na chefia do CMU criou e foi o Diretor Geral de festivais internacionais de grande repercussão: Festival Ex Toto Corde (Cordas), Percussivo USP 2008 – Festival Internacional de Percussão Contemporânea e também o Festival Leo Brower (trazendo o compositor cubano pela primeira vez ao Brasil). 

Entre Outubro e Novembro de 2008 realizou tournée de 40 dias com 27 concertos nos EUA, à frente da Orquestra Philarmonia Brasileira tendo como solista o consagrado saxofonista Branford Marsalis. Esse ciclo de concertos, “Marsalis Brasilianos”, contemplou de maneira especial a obra de Heitor Villa-Lobos e percorreu o país do Pacífico ao Atlântico. 

Em Novembro de 2009, Gil Jardim trabalhou para a cooperação entre três importantes organismos musicais da Universidade de São Paulo (CMU – OSUSP – IEB) para a produção do Simpósio Internacional Heitor Villa-Lobos.  Em Dezembro, finalizou o ano com o 2O. Festival Leo Brouwer, com a presença do compositor mais uma vez no Brasil. 

25 de junho, sexta-feira, 20h30
Anfiteatro Camargo Guarnieri
Rua do Anfiteatro, 109 – Cidade Universitária (USP)
São Paulo – SP 

Entrada franca
367 lugares 

27 de junho, domingo, 11h
Auditório do MASP
Av. Paulista, 1.578
São Paulo – SP 

Ingressos: R$ 8 e R$ 4
374 lugares 

Nota de Publicação: 

  

O Violinista Anderson Santoro utiliza Instrumentos e Acessórios (Violino, Arco e Case) By “Atelier De Violino”